"Pedras no caminho? Guardo-as todas, um dia vou construir um castelo... " Fernando Pessoa

29
Set 08

 

 

Part I


Jesus of Suburbia

 

I'm the son of rage and love

The Jesus of Suburbia

From the bible of "none of the above"

On a steady diet of

Soda pop and Ritalin


No one ever died for my sins in hell

As far as I can tell

At least the ones I got away with

And there's nothing wrong with me

This is how I'm supposed to be

In a land of make believe

Who don't believe in me



Get my television fix

Sitting on my crucifix

The living room on my private womb

While the Moms & Brads are away

To fall in love and fall in debt

To alcohol and cigarettes

And Mary Jane

To keep me insane

Doing someone else's cocaine


And there's nothing wrong with me

This is how I'm supposed to be

In a land of make believe

That don't believe in me


Part II


City of the Damned


At the center of the earth

In the parking lot

Of the 7-11 where I was taught

The motto was just a lie

It says "home is where your heart is"

But what a shame

Cause everyone's heart

Doesn't beat the same

It's beating out of time


City of the dead


At the end of another lost highway

Signs misleading to nowhere

City of the damned

Lost children with dirty faces today

No one really seems to care


I read the graffiti

In the bathroom stall

Like the holy scriptures in a shopping mall

And so it seemed to confess


It didn't say much

But it only confirmed that

The center of the earth

Is the end of the world

And I could really care less

City of the dead

At the end of another lost highway

Signs misleading to nowhere

City of the damned

Lost children with dirty faces today

No one really seems to care

Part III


I don't care


I don't care if you don't

I don't care if you don't

I don't care if you don't care (4x)


I don't care.....


Everyone is so full of shi

Born and raised by hypocrites

Hearts recycled but never saved

From the cradle to the grave

We are the kids of war and peace

From Anaheim to the Middle East


We are the stories and disciples of

The Jesus of suburbia


Land of make believe

And it don't believe in me

Land of make believe

And I don't believe

And I don't care! (5x)


Part IV


Dearly beloved


Dearly beloved, are you listening?

I can't remember a word that you were saying

Are we demented?

Or am I disturbed?

The space that's in between insane and insecu

Oh therapy, can you please fill the void?

Am I retarded

Or am I just overjoyed?

Nobody's perfect and I stand accused

For lack of a better word and that's my best excuse


Part V


Tales of another broken home


To live, and not to breath

Is to die, in tragedy

To run, to run away to find what to believe

And I leave behind this hurricane of fucking lie

I lost my faith to this, this town that don't exist

So I run ,I run away

To the light of masochist


And I, leave behind this hurricane of fucking lies

And I, walked this line a million and one fucking times

But not this time


I don't feel any shame, i wont apologize

When there ain't nowhere you can go

Running away from pain when you've been victimized

Tales from another broken home


You're leaving...

You're leaving...

You're leaving...

You're leaving home.

publicado por Quem ontem fui já hoje em mim não vive às 21:33

09
Set 08

And so it is...

 

Quando nos propomos a “dissecar” toda esta teia, todo este enredo que nos compõe, que, por vezes, nos corrói por dentro, e outras vezes nos preenche, há que reconhecer os riscos e enfrentá-los sem medo.

 

Medo... É algo bastante curioso. Se pode nos salvar, sem dúvida muitas vezes nos condena. Condena-nos a existências medíocres. Existências regidas somente por ele. Sujeitamo-nos a trabalhos que, de todo, não gostamos porque temos medo de arriscar, de dar um salto maior, entrar numa jogada um pouco mais arriscada que nos leve ao que realmente queremos fazer. Mas, por outro lado, o medo também nos traz estabilidade, segurança – mais vale um pássaro na mão do que dois a voar. E assim nasce a monotonia.

 

Como encontrar conforto naquilo que somos? Como saber aquilo que somos? Como lutar contra isso, caso seja necessário?

 

Há um momento na vida em que nos apercebemos o que somos, o que queremos. Aí vem, muitas vezes, a verdade dolorosa. Os erros. Aquilo que verdadeiramente somos. E sentimo-nos perdidos. Porque até aí, na nossa busca incessante pela verdade, pela nossa verdade, fomos amealhando peças, aqui e ali. E quando pensávamos que já sabíamos qual era o desenho do puzzle, uma outra peça aparece para mudar toda a imagem. Imagem que ainda está bastante incompleta.

 

A verdade dói. Tentamos vezes e vezes fugir dela, mas temos de ter coragem, enfrentar o tal medo, para a aceitar e usa-la em nosso beneficio. Não é a capacidade de esconder a verdade com a máscara perfeita que nos torna pessoas mais fortes, mas a capacidade de a enfrentar, aceitar e a integrar no que chamamos ensinamentos da vida.

 

A introspecção mexe com muita coisa dentro de nós. Fantasmas, feridas do passado e do presente. Mas, querendo nós sermos pessoas melhores, temos de deixar o medo do lado, e ir a fundo. Saber porquê e como.

 

Viver a vida plenamente exige que estejamos abertos a tudo, a novas experiências, a novas pessoas, a novos mundos. E também exige que muitas coisas sejam deixadas para trás: desilusões, traumas e até mesmo pessoas.

Já fiquei muito tempo fechada no meu casulo. Já abdiquei de muita coisa por causa de terceiros que não merecem nem nunca mereceram que eu deixasse a minha vida para trás por eles. Ninguém nem nada merece.

Tenho os meus medos, não nego. E não são poucos. Mas, depois de tanto tempo a olhar para trás, para o passado, e tanto tempo olhado cabisbaixa, com vergonha de mim, com medo da vida e das pessoas, só quero olhar para a frente. Com a cabeça bem erguida, sem ressentimentos. O que passou, passou. O que virá, ora seja bem vindo! 

 

publicado por Quem ontem fui já hoje em mim não vive às 19:53

04
Set 08

 

Adoro este filme! Simplesmente espetacular! Vi este filme ainda quando era muito nova, e ainda hoje o vejo. Não me canso de o ver porque é simplesmente LINDO!!!

Patrick Swayze e Jennifer Grey no seu melhor, dançando "I've the time of my life", de

Bill Medley e Jennifer Warnes. Inesquecivel!!


Este video serve também como pretexto para expressar o meu desejo de melhoras para esse grande actor e dançarino, Patrick Swayse, que trava agora uma luta contra o cancro.


Esta música, este filme, motiva-me. Acho que a principal licção a tirar deste filme é que devemos fazer tudo para sermos felizes, leves...descomplicar a vida!

publicado por Quem ontem fui já hoje em mim não vive às 17:36
sinto-me: Viva!! :D
música: I've had the time of my life - Bill Medley e Jennifer Warnes

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